Cada vez que tenho de ir a um casamento, ensaio mentalmente o lugar-comum das “Muitas Felicidades ao recém-casal!” acompanhado da piadinha personalizada oportuna para o momento. Porém, sinto que aquela inofensiva frase, na realidade esconde a pérfida mensagem subliminar de "Atrevam a divorciar-se, agora que vos dei um presente altamente e que tive de participar numa penosa, tenebrosa despedida de solteiro.”.
Amanhã vou a um casamento, mas como os noivos são duas das minhas pessoas preferidas, não me vou importar nem com o presente, nem com a despedida, nem com o bago de arroz que invariavelmente me vai entrar num olho, nem com o vinho que invariavelmente vai ser entornado na minha camisa acabada de estrear, nem sequer me vou importar de jogar às escondidas com todas aquelas crianças. Desde que sejam felizes.
Amanhã vou a um casamento, mas como os noivos são duas das minhas pessoas preferidas, não me vou importar nem com o presente, nem com a despedida, nem com o bago de arroz que invariavelmente me vai entrar num olho, nem com o vinho que invariavelmente vai ser entornado na minha camisa acabada de estrear, nem sequer me vou importar de jogar às escondidas com todas aquelas crianças. Desde que sejam felizes.

0 comentários:
Enviar um comentário