Um sol estupendo, o Tejo no horizonte, um mojito no ponto.
Quatro desconhecidos discutem, um pouco ébrios e com a leveza de quem mal se conhece, o agridoce que é a vida, as dúvidas existenciais, os paradoxos do amor.
Vinte e três anos, uma vida por trilhar, o inicio do que ainda está para vir.
Pousando o copo, ela confessou-nos: "Hombre, es que no me fío en nadie. Ni en las mujeres, mucho menos en los hombres"
Não seria esta a idade dos ideais não corrompidos e da inocência racional?
Desde quando é que é suposto ser-se cínico antes dos quarenta?
Vinte e três anos, uma vida por trilhar, o inicio do que ainda está para vir.
Pousando o copo, ela confessou-nos: "Hombre, es que no me fío en nadie. Ni en las mujeres, mucho menos en los hombres"
Não seria esta a idade dos ideais não corrompidos e da inocência racional?
Desde quando é que é suposto ser-se cínico antes dos quarenta?

0 comentários:
Enviar um comentário