14.3.10

Semeava amor, colhia enganos

Um sol estupendo, o Tejo no horizonte, um mojito no ponto.

Quatro desconhecidos discutem, um pouco ébrios e com a leveza de quem mal se conhece, o agridoce que é a vida, as dúvidas existenciais, os paradoxos do amor.
Vinte e três anos, uma vida por trilhar, o inicio do que ainda está para vir.
Pousando o copo, ela confessou-nos: "Hombre, es que no me fío en nadie. Ni en las mujeres, mucho menos en los hombres"

Não seria esta a idade dos ideais não corrompidos e da inocência racional?
Desde quando é que é suposto ser-se cínico antes dos quarenta?

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