Uma coisa que me habituei sempre a fazer, por achar que é mais lógico ou talvez só para ser do contra, foi transportar todos os desejos que teria para pedir no ano novo, para o aniversário.
Em jeito de carta ao pai Natal cheia desejos para o próximo ano que se avizinha, aqui vai:
Bom ano, o que passou. Que o novo tenha muitos ciúmes do seu predecessor e do quanto eu gostei dele e, por isso, me faça também ter o mesmo prazer e continuar a sentir o mesmo formigueiro e adrenalina, agora um pouco mais calma, desta montanha-russa que é a vida.
Que se encha de inveja e me leve a querer ser mais e melhor, comigo, contigo, com todos.
Que me dê asas que me permitam ir da Costa Vicentina a Barcelona, de Budapeste a Nova Iorque, da minha cama ao fim do mundo.
Que me empurre com a força dos seus dias e me faça dançar, correr, ver e sentir, mostrando-me caminhos, exposições, concertos inesperados e paisagens indescritíveis. Tudo isso sem mapas, trocando-me as voltas de vez em quando para que eu consiga descobrir o caminho sozinho, para que me perca por opção e continue a tratar o desconhecido por tu.
Que me desperte para livros, filmes, músicas, mares, jardins e fins de tarde, um copo de vinho numa mão e liberdade na outra. Que resmungue muito, discuta e me faça gritar de felicidade ou de tristeza, se for caso disso, desde que essa tristeza só intervenha para lembrar à felicidade do quão alegre ela é, mas sim, sobretudo de felicidade, e de preferência bem alto, para que o grito seja ouvido por muitos para que se contagiem, a ponto de quererem gritar comigo.
Que nunca ouse separar o que de mais bonito existe. Que me continue a dar forças para te assegurar protecção e olhos para que veja cá de cima o futuro que te espera.
Mas sobretudo, que seja, e que não tenha medo de o ser, não se escondendo na sombra de anos passados ou futuros.
Em jeito de carta ao pai Natal cheia desejos para o próximo ano que se avizinha, aqui vai:
Bom ano, o que passou. Que o novo tenha muitos ciúmes do seu predecessor e do quanto eu gostei dele e, por isso, me faça também ter o mesmo prazer e continuar a sentir o mesmo formigueiro e adrenalina, agora um pouco mais calma, desta montanha-russa que é a vida.
Que se encha de inveja e me leve a querer ser mais e melhor, comigo, contigo, com todos.
Que me dê asas que me permitam ir da Costa Vicentina a Barcelona, de Budapeste a Nova Iorque, da minha cama ao fim do mundo.
Que me empurre com a força dos seus dias e me faça dançar, correr, ver e sentir, mostrando-me caminhos, exposições, concertos inesperados e paisagens indescritíveis. Tudo isso sem mapas, trocando-me as voltas de vez em quando para que eu consiga descobrir o caminho sozinho, para que me perca por opção e continue a tratar o desconhecido por tu.
Que me desperte para livros, filmes, músicas, mares, jardins e fins de tarde, um copo de vinho numa mão e liberdade na outra. Que resmungue muito, discuta e me faça gritar de felicidade ou de tristeza, se for caso disso, desde que essa tristeza só intervenha para lembrar à felicidade do quão alegre ela é, mas sim, sobretudo de felicidade, e de preferência bem alto, para que o grito seja ouvido por muitos para que se contagiem, a ponto de quererem gritar comigo.
Que nunca ouse separar o que de mais bonito existe. Que me continue a dar forças para te assegurar protecção e olhos para que veja cá de cima o futuro que te espera.
Mas sobretudo, que seja, e que não tenha medo de o ser, não se escondendo na sombra de anos passados ou futuros.

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