Sempre foi fácil para mim dizer adeus. Com o tempo tem-se tornado difícil e cada vez mais difícil. Mas o mais difícil de tudo, perto do doloroso é despedir-me de uma forma de felicidade.
Acredito que cada um de nós enfrenta muitas formas possíveis de felicidade. Felicidades distintas, é certo, mas ainda assim felicidades.
Conheço pessoas, por exemplo, que imagino facilmente levarem a vida a viajar como repórter e sacar daí fotografias fantásticas, e que sei até já terem ponderado algo do género em certo ponto da sua vida e, no entanto, vivem a sua vida pacata em Lisboa, com mulher e filhos e a serem excepcionais naquilo que fazem. Optaram por uma forma de felicidade em detrimento de outra.
Assusta-me muito o fatalismo do "único caminho para a felicidade de cada um". Prefiro pensar (e a vida têm-me dado fundamentos para continuar a fazê-lo) que existem vários caminhos. E que nós temos o jogo-de-cintura de nos conseguirmos adaptar aos presentes ou às armadilhas que a vida nos vai atirando para o caminho.
Acredito que cada um de nós enfrenta muitas formas possíveis de felicidade. Felicidades distintas, é certo, mas ainda assim felicidades.
Conheço pessoas, por exemplo, que imagino facilmente levarem a vida a viajar como repórter e sacar daí fotografias fantásticas, e que sei até já terem ponderado algo do género em certo ponto da sua vida e, no entanto, vivem a sua vida pacata em Lisboa, com mulher e filhos e a serem excepcionais naquilo que fazem. Optaram por uma forma de felicidade em detrimento de outra.
Assusta-me muito o fatalismo do "único caminho para a felicidade de cada um". Prefiro pensar (e a vida têm-me dado fundamentos para continuar a fazê-lo) que existem vários caminhos. E que nós temos o jogo-de-cintura de nos conseguirmos adaptar aos presentes ou às armadilhas que a vida nos vai atirando para o caminho.

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