No fundo é tudo uma questão de eficácia e boa gestão das coisas. Ora vejamos: Se tivéssemos canalizado todos os recursos cerebrais e inteligência do Carlos Queiroz, do Rui Santos e dos restantes "comentadores futebolísticos", assim como dos directores de programação que aprovam grelhas de programa que contemplam programas pré e pós jogo de futebol, com uma duração média de duas horas, tenho a certeza que o Sputnik tinha-se chamado Sagres e Portugal tinha conseguido mandar o Pantufa à Lua.
O futebol que vemos e não vemos
Há 1 hora

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