Acabei o fim de semana (domingo à noite) num concerto. Um coro e quatro solistas numa das igrejas mais bonitas da cidade. Foi o mais perto da meditação a que alguma vez cheguei. Não atingi o estado de vazio de pensamentos, mas fiquei concentrado num sentimento. Rodeado de vozes e deslumbrado com a circunstância, pensava no amor. No amor em abstracto, não no meu ou no de alguém. No amor na vida, nas pessoas, nos sítios...
O futebol que vemos e não vemos
Há 1 hora

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